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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

KASSAB SOLICITA DESPEJO DOS LEGÍTIMOS PROPRIETÁRIOS DO CASARÃO DO CARMO


A Prefeitura de São Paulo, conseguiu liminar de reintegração do casarão da rua do Carmo, uma luta histórica de 20 anos dos moradores do cortiço desapropriado pela mesma e com o compromisso de retorno, após reforma. Repetindo o procedimento do São Vito, Kassab desrespeita acordos firmados por sua e as gestões municipais anteriores.

HISTÓRICO


O cortiço localizado na Rua do Carmo nº 198 – Centro foi desapropriado no final do ano 1991, para construção de unidades habitacionais de interesse social, para fixação dos moradores que ali residiam. Em 2003, o projeto para 25 unidades habitacionais foi aprovado nos Conselhos de Defesa do Patrimônio (CONDEPHAAT/CONPRESP) e, em 2004, a obra teve início.

As 40 famílias que ali residiam, deixaram o imóvel com apoio do Programa Bolsa Aluguel, sendo que 25 delas retornariam para o novo empreendimento e outras 15 famílias aguardariam unidades em outros empreendimentos de Locação Social, conforme acordado entre a SEHAB/COHAB e os moradores.

Em 2005, a obra foi paralisada devido à falência da construtora, conforme informações da SEHAB/COHAB. Nesse mesmo ano, a SEHAB/COHAB solicitou ao Movimento de Moradia do Centro – MMC e aos moradores para reverem o número da demanda de 25 para 21, porque, com a reforma da Igreja da Boa Morte que está localizado junto ao empreendimento, houve reavaliação dos órgãos de defesa do patrimônio que inviabiliza a construção de quatro (4) dessas unidades. Assim poderiam retomar a obra. A solicitação foi acolhida.

sábado, 10 de setembro de 2011

NOTÍCIAS DO GRITO DOS EXCLUÍDOS

No último dia (07) de Setembro 4 mil pessoas estiveram presentes no ato que este ano teve com tema " Pela vida grita a TERRA...Por direitos todos nós!"

A Central de Movimentos Populares - CMP, a Central Única dos Trabalhadores – CUT, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo - UMM, a Frente de Luta Pela Moradia – FLM, o Movimento Nacional de Luta pela Moradia – MNLM, a Marcha Mundial das Mulheres, os Sindicatos dos Servidores Municipais de São Paulo, e outras Entidades de luta dos Trabalhadores/as, e do conjunto dos diversos Movimentos Populares de Saúde, Moradia, Criança e Adolescente, Negritude, Mulheres, LGBTTs, entre outros, estiveram nas ruas exigindo mais recursos para as políticas sociais, melhores condições de trabalho e salários, e ainda, lutar contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza e contra a homofobia, o racismo, toda forma de intolerância social e pelos direitos às tarifas sociais nos serviços essenciais.