sábado, 29 de março de 2014

MSTL filiado a CMP, conquista 800 moradias na região do ABC

Na última terça feira (25 de Março) o MSTL (Movimento Sem Terra de Luta) filiado a CMP, assinou o contrato para a construção de 800 apartamentos para famílias com renda de até R$ 1.600,00 em São Bernardo do Campo. Serão dois Projetos, Nelson Mandela com 300 unidades e Frei Betto com 500 unidades.
Serão oito blocos de 13 andares, cada um com 100 unidades, divididos em 03 condomínios, as unidades serão todas com acessibilidade para cadeirantes, sacada, e terão área util de 53 m². Cada condomínio, além do Salão de Festas, quadra de jogos e playground, terão espaços comunitários que durante a 1ª  fase de elaboração do projeto, será decidido pelos beneficiários quais serão as destinações e uso.

A demanda é composta por movimentos filiados a CMP, e por uma parceria com o Sindicados dos Servidores de SBC, Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde de SBC. "Neste projeto pretendemos implementar os 4 princípios do MSTL, Solidariedade, Justiça Social, Sustentabilidade e Participação Popular, e a parceria com as entidades é a principal forma de demonstrarmos a solidariedade com os movimentos que fazem a luta", disse Eduardo Cardoso, Coordenador do MSTL e recentemente eleito Coordenador Nacional da CMP no Congresso.

Ainda no evento, Eduardo Cardoso, afirmou que "esta é uma conquista coletiva, e fruto da luta dos movimentos populares. E ressaltou que esta é apenas uma conquista na vida das pessoas, a luta continua, pois além da moradia, temos que nos organizar na garantia de nossos direitos como saúde, educação, transporte público, entre outros."
"Também é importante ressaltar que a participação popular será o carro chefe do projeto, assim como a continuidade das mobilizações de rua, pois esta é a essência de ser movimento popular, e o principal objetivo do MSTL, sem luta não há conquista!"
A formação, a cultura, a convivência comunitária e a sustentabilidade, estarão presentes nos projetos de engenharia e social. Ousaremos ser um projeto referência a nível de sustentabilidade, que entedemos como o respeito a natureza e as futuras gerações, e pretendemos atingi-lá oferecendo as famílias oportunidades de geração de renda, de práticas sustentáveis e de uma convivência coletiva, com forte enfoque na educação, saúde e cultura.
"Se muito vale o já feito, mais vale o que será!"


2 comentários:

  1. Essas mesmas elites se concentram e causam grandes contradições e incoerências nos cenários políticos das regiões sudeste e sul e nas suas principais capitais. Só o pensamento de Sergio Arouca: “A reforma sanitária brasileira não nasce de um simples processo gerencial, tecnocrático ou burocrático. Nasce da defesa de valores como a democracia direta, o controle social, a universalização de direitos, a humanização da assistência, tendo como concepção o fato de que o cidadão não é cliente, não é usuário, mas é sujeito. A reforma sanitária brasileira é um projeto civilizatório” deveria ser suficiente para que o paulistano comum, simples cidadão, compreendesse a importância de optar entre um médico capitalista e outro socialista com experiência de ministro, mas, a subserviência e a tendência de obedecer ao patrão (SENHOR DA ELITE DOMINANTE) ainda cala o grito amargurado no peito do retirante, como no filme: “O mordomo da casa branca”; valendo a mesma lógica, nas outras capitais mais ricas.
    Essa eleição demonstra claramente a falência do projeto da social democracia neoliberal do PSDB; EX-PMDB, novos ventríloquos, das elites empresariais. Diante desse fracasso eleitoral na campanha nacional, se percebe que só há folego eleitoral na capital paulistana, majoritariamente de servidores públicos terceirizados, operários e empregados do setor de serviços (TERCIÁRIO), e, também majoritariamente, assalariados receosos de sonhar e dar seu grito de liberdade sem risco de perder o salário, que, possa justificar essa contradição de estar o PSDB com vantagem eleitoral com tantos investimentos (BILHÕES) do governo federal que são mal administrados na saúde, segurança pública e segurança dos recursos hídricos, com a responsabilização, das indústrias poluidoras.
    Os próximos anos serão difíceis na Europa e na América. O Brasil terá a necessidade de não se envolver com amadores na sua gestão doméstica e muito menos abrir o cofre do Estado Brasileiro (ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS) e entrega-lo nas mãos dos banqueiros ou de seus lobistas no congresso. É inadiável olharmos para o futuro de forma mais humana e fraterna, principalmente, se essa crise internacional se agravar com as guerras sujas do capitalismo ianque e dos bretões, como sempre. Precisaremos, pois, de um Estado mais humano e socialista e menos capitalista devotado ao lucro sem o fundamentalismo cubano. O Brasil está no caminho certo! Vamos avançar nas mudanças, e, para isso, não podemos apostar na utopia de um sistema de “consciência virtual por rede”, que a saúde se resolve com o pragmatismo capitalista dos neoreformistas da era PSDB, e, muito menos que o congresso fará reformas com os velhos nomes da banda podre do PMDB e dos partidos liberais de centro-esquerda (RURALISTAS, BANQUEIRO, EMPRESÁRIOS, CONC. DA COMUNICAÇÃO) como PSD, DEM, PSDB que são os mais poderosos e retrógrados que rejeitam as reformas e o imposto único.

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  2. As pequenas, porém, dominantes elites das classes de ruralistas (INCLUINDO CONGRESSISTAS), concessionários das mídias de comunicação (INCLUINDO CONGRESSISTAS), dos banqueiros / EMPRESÁRIOS (INCLUINDO CONGRESSISTAS) e até teólogos ressentidos (INCLUINDO CONGRESSISTAS), detentoras das maiores fortunas no Brasil, nossa Pátria, rejeitam qualquer possibilidade de regulação nas suas dinâmicas de atuação no mercado financeiro (sonegação/ REFORMA TRIBUTÁRIA), na imprensa (corrupção da opinião pública; enquanto distorção de fatos e construção articulada de comentários com objetivo de gerar instabilidades em setores da economia, política e mídias/ REGULAÇÃO POR LEI COMPLEMENTAR COMO HÁ NOS EUA e UE), e, do transbordo impressionante de recursos financeiros de doações às suas instituições religiosas que, (QUE NA PRÁTICA TÊM DONO) e, que, além disso, se locupletam gerando não conformidades com a legislação fiscal de divisas, matem-se sobejamente livres de qualquer comprometimento social ou com o fisco alegando, em tese, no marketing político, que fazem obras sociais com recursos próprios caracterizando distorções das meritocracias nas suas ambiências de controle ideológico sem dar transparência às suas atividades arrecadatórias; não aceitam reformas e eficiências na conclusão das leis complementares fundamentais para as mudanças reclamadas nas ruas a partir de JUNHO/2013 no despertar, do povo brasileiro.

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